Alguns dos principais signos das metrópoles contemporâneas reinterpretados pelo poeta. A cada verso ou estrofe, o celular, o automóvel ou o caos urbano são observados e apreendidos pela ponderosa máquina do poema – uma máquina que tudo cessa. A arte de andar por aí sem portar um celular é uma proposta no mínimo inusitada para a poesia nos dias atuais: ser um antídoto, uma cápsula na qual o leitor possa abrigar-se dos excessos da vida cotidiana.

Clique para ouvir e ler os poemas 'Domar a mente', 'Toda praça é um ataque contra a barbárie' e 'Pernas ligeiras'.

 

Imprensa (clique para visualizar):

 

• Valor Econômico

Riscos e prazer na poesia de José Godoy

 

• Jornal O Globo

Depois do abismo

 

• Revista Época

Poesia para desacelerar

 

• Rádio CBN

Primeiro livro de poesia de José Godoy critica excessos da vida contemporânea

 

• Portal Comunique-se

Apresentador da CBN lança coletânea de poemas

 

Gostou do livro? Pode comprá-lo clicando aqui.